Oceanário vai crescer até 2011 para fixar visitantes

O projecto de expansão do Oceanário de Lisboa irá rondar os 4,7 milhões de euros e deverá estar concluído até ao primeiro trimestre de 2011. Um auditório e uma sala de exposições temporárias serão as grandes atracções deste novo edifício com cinco pisos. O objectivo é criar novas funcionalidades e expandir as que já existem, fixando os número de visitantes.

O projecto de expansão do Oceanário de Lisboa, apresentado ontem, é "um desafio interessante mas também difícil e complexo", segundo Pedro Campos Costa, arquitecto responsável pelo desenho do novo edifício.

Com vista à expansão do Oceanário de Lisboa, será construído um novo edifício com auditório e sala de exposições. A infra-estrutura que corresponde a um investimento de 4,7 milhões de euros, deverá abrir ao público no primeiro trimestre de 2011 e visa fixar o número anual de visitantes em 1,1 milhões.

O novo edifício, desenvolvido pela empresa Coutant e por Pedro Campos Costa, terá cinco pisos, dois dos quais subterrâneos, um auditório, uma zona de restauração com área infantil, uma zona de descanso, um espaço com 600 metros quadrados, destinado a exposições temporárias - a renovar de dois em dois anos e que representarão, em cada biénio, um investimento operacional de um milhão de euros- e um anfiteatro que permitirá reforçar o programa educativo do Oceanário.

Segundo João Falcato, Administrador do Oceanário de Lisboa, está previsto que a construção do novo edifício arranque no último trimestre deste ano.

O arquitecto Pedro Costa disse que a concepção deste projecto foi complexa, uma vez que, a estrutura vai assentar num "espaço público muito rico e consolidado" que funciona muito bem e que merece ser preservado.

Segundo o arquitecto, a expansão do Oceanário consiste num prisma irregular de betão prefabricado, que através de furos localizados variavelmente para funcionar como diagrama entre o interior e o exterior, que resultam num jogo de luzes. A perfuração na fachada serve de filtro e permite a eficiência energética no arrefecimento e no aquecimento do edifício. Serão, ainda, implementados painéis fotovoltaicos ou térmicos que visem minimizar o consumo de energia.

A proposta arquitectónica de Pedro Costa assentou numa relação de equilíbrio com o edifício já existente, evitando alterações na construção, projectada em 1998 pelo norte-americano Peter Chermayeff. Apenas haverá ligação através de uma ponte entre o novo e o actual edifício do Oceanário.

O administrador daquele que é um dos maiores aquários da Europa, João Falcato, explicou que a expansão surgiu da necessidade de tornar o equipamento mais "flexível" a nível de actividades, uma vez que se prevê que o actual milhão de visitantes por ano caia para 930 mil a partir de 2014. A Parque Expo, gestora do Oceanário, acredita que o projecto temrentabilidade garantida, com uma valorização entre 3,5 e 11 milhões de euros.

O Oceanário foi o pavilhão mais concorrido durante a Expo'98 e é o equipamento cultural mais visitado do País.

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