Degelo na Antártida é mais rápido do que se pensava

As observações foram feitas pelo satélite europeu 'Cryosat', nos últimos três anos

O degelo na Antártida está a acontecer a uma taxa mais rápida do que até agora indicavam as observações feitas.

Resultado de uma aceleração real, desde 2010, ou consequência das medições mais rigorosas que desde então têm sido feitas pelo satélite europeu 'Cryosat', que nos últimos três anos fez a análise sistemática da evolução de todas as superfícies geladas na Terra, o facto é que o degelo é mais rápido do que se pensava naquela região do extremo sul do planeta.

A conclusão é de um estudo realizado por cientistas europeus ligados à ESA, a agência espacial europeia, com base nos dados do Cryosat, desde 2010 até agora.

Em números, são ao todo 150 quilómetros cúbicos de cobertura gelada que se perdem na plataforma ocidental da Antártida a cada ano. "Consideravelmente mais" do que indicavam os anteriores dados, sublinha a ESA.

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