Anos iguais em nova proposta de calendário

Professores da Universidade de John Hopkins, nos Estados Unidos, querem reformar contagem anual do tempo. Alegam motivos económicos e algum cansaço a marcar as aulas

Fevereiro subiria de posto, passando a ter 30 dias, cada dia do mês calharia sempre no mesmo dia da semana e assim os anos passariam a ser iguais, com uma exceção: a cada cinco ou seis anos, ganhava-se uma semana extra a seguir a dezembro, para repor o desfasamento em relação ao ano solar.

Complicado? O astrofísico Richard Henry e o economista Steve Hanke, da Universidade de John Hopkins, nos Estados Unidos, pensam que não e até veem grandes vantagens no seu Calendário Permanente Hanke-Henry.

Uma delas, segundo dizem, seria económica, já que as folhas de pagamento e os dividendos das bolsas seriam mais regulares, e os feriados de Natal e Ano Novo coincidiriam sempre com domingos, evitando-se as pontes e as perdas de produtividade.

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