A investigadora portuguesa que vai a África falar do ébola

Especialista em comunicação em saúde pública na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa delineou plano de prevenção.

O desafio veio do diretor regional da Organização Mundial de Saúde (OMS) para África, Luís Sambo, e Isabel de Santiago, investigadora em comunicação de saúde pública no Instituto de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, lançou-se ao trabalho. Fez um plano de comunicação para a prevenção do contágio do ébola para os PALOP, procurou apoios e envolveu alunos da Escola Secundária António Arroio, em Lisboa, no desenho de cartazes apelativos. Esteve nesta semana na Guiné-Bissau, em reuniões com as autoridades de saúde do país, para pôr ali em marcha a campanha a partir do início de fevereiro. Seguem-se depois São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.

"É a primeira vez que Portugal faz uma ação de prevenção em saúde numa situação de crise, com uma epidemia em curso", afirma ao DN Isabel de Santiago, que conta com o apoio do Ministério da Saúde de Portugal e da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa para esta missão.

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