IGC nos 10 melhores para trabalhar

Ranking feito pela revista britânica 'The Scientist' volta a colocar o Instituto Gulbenkian de Ciência no topo da lista.

O Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), em Oeiras, é um dos 10 melhores centros de investigação internacionais fora dos Estados Unidos para os jovens doutorados desenvolverem investigação nas áreas da biomedicina e das ciências da vida. É o resultado do inquérito anual realizado pela revista 'The Scientist' e agora divulgado.

O IGC mantém-se entre os 10 melhores pelo segundo ano consecutivo, ocupando a 9ª posição, num conjunto de centros que inclui, por exemplo, a University College de Londres (1º lugar), o Instituto Max Planck, na Alemanha (3º lugar), ou a universidade de Queensland, em Brisbane, na Austrália, que ocupa o 5º lugar.

A qualificação do IGC neste ranking da 'The Scientist' não surpreende, por exemplo, a investigadora francesa Marie Bonnet, que ali está a fazer um pós-doutoramento. "Os coordenadores confiam nos pós-docs, o que nos incentiva a traçar o nosso caminho, e estão empenhados em transmitir-nos o seu conhecimento, o que nos garante orientação para levarmos o nosso projecto de investigação a bom porto", explica a cientista, citada num comunicado do IGC.

Esta instituição de investigação tem actualmente 83 doutorados e 43 grupos de investigação de 20 nacionalidades diferentes ali a trabalhar.

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