Espiões já podem usar bactérias para cifrar mensagens

Bactérias Escherichia coli geneticamente alteradas podem servir comunicações secretas

A tinta invisível para escrever mensagens secretas já foi um trunfo de espiões - e dos filmes e séries de espionagem de culto - , mas as novas tecnologias não perdoam. O último grito são agora bactérias modificadas para encriptar mensagens, que apenas podem ser decifradas com a combinação certa de luzes e de substâncias químicas. Uma sofisticação digna do CSI, a exigir um laboratório bem apetrechado e conhecimentos de bioquímica, o que também não é para qualquer espião. Mas a ideia e o método para a levar à prática estão publicados na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

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