Cientistas criam alfabeto com moléculas de ADN

Investigadores da universidade de Harvard conseguiram programar moléculas de ADN para formarem as letras do alfabeto e outros caracteres, um avanço que poderá abrir as portas à criação de 'máquinas' microscópicas capazes de ministrar medicamentos no interior do corpo.

As moléculas foram programadas para se 'encaixarem' como peças de Lego de forma a criar as letras do nosso alfabeto, caracteres chineses, símbolos matemáticos e até 'emoticons' (os símbolos representando sorrisos e outras emoções utilizados nos sms e e-mails).

Cada caracter tem uma espessura de um milésimo de um cabelo humano.

Investigadores do Instituto Wyss para Engenharia Inspirada na Biologia da Universidade de Harvard desenvolveram um método inovador que permite construir formas complexas a partir de estruturas sintéticas de ADN bastante curtas.

No futuro, acreditam os cientistas, esta técnica poderá ser desenvolvida ao ponto de construir máquinas biológicas microscópicas capazes, elas próprias, de construírem estruturas orgânicas -- como medicamentos -- dentro do corpo.

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