Olfacto contribuiu para o maior cérebro dos mamíferos

Investigadores utilizaram tecnologia de diagnóstico médico para olhar para dentro do crânio dos primeiros mamíferos

A necessidade de apurar o tacto e o olfacto para poderem sobreviver num ambiente dominado por grandes predadores, poderá ter dado um empurrão decisivo, há 190 milhões de anos, ao desenvolvimento do cérebro dos mamíferos. Esta é a conclusão de um estudo que utilizou a tomografia computorizada de alta resolução (TAC) para sondar o interior do crânio de dois dos mais antigos mamíferos que se conhecem. O estudo foi publicado na Science.

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