2 metades do mesmo fóssil com 163 anos de diferença

Parte que faltava foi encontrada por acaso. Achado permitiu calcular a dimensão da espécie, que foi a maior tartaruga de sempre

Esta é a história improvável de um fóssil de tartaruga gigante, um osso de um membro dianteiro, que foi encontrado em 1849, incompleto, no leito seco de um ribeiro, em Nova Jérsia, nos Estados Unidos. Contra todas as probabilidades, 163 anos depois, a outra metade foi descoberta por mero acaso, na margem de um riacho, na mesma região. Juntos, os dois pedaços contam agora uma história mais completa.

"Assim que juntámos as duas metades, como se fossem duas peças de um puzzle, percebemos de imediato", recorda Ted Daeschler, um dos responsáveis das coleções da Academia de Ciências Naturais da Universidade de Drexell, onde o "meio fóssil" descoberto há 165 anos tem estado depositado.

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