Queda de elevador faz um morto. Empresa colabora com investigação

Acidente ocorreu na sede do BPI, na avenida Casal Ribeiro. O óbito foi declarado no local. A Schindler Portugal, empresa responsável pela manutenção do elevador, assegura que "será prestado todo o apoio necessário" à família da vítima mortal e que está a colaborar com as autoridades no apuramento das causas deste acidente.

A queda de um elevador no edifício dos Serviços Centrais do banco BPI, na Avenida Casal Ribeiro, em Lisboa, causou uma vítima mortal. O acidente ocorreu ao início desta tarde, segundo confirmou ao DN fonte do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa.

As autoridades receberam o alerta às 12:39, com quatro veículos de bombeiros e um INEM a acorreram ao local. De acordo com a mesma fonte, no elevador seguia apenas um homem. Segundo o Jornal de Notícias, a vítima era um funcionário dos serviços de manutenção, que na altura estaria a operar no elevador, que é considerado um dos meios de transportes mais seguros.

Contactado pelo DN, o gabinete de comunicação do BPI confirmou que o elevador estaria "fora de serviço" e, por isso, "estava a ser substituído".

O óbito foi declarado ainda no local. Outro funcionário que terá assistido ao acidente está a receber assistência psicológica.

Isso mesmo refere a Schindler Portugal, responsável pela manutenção do elevador, que confirma a "morte de um colaborador de uma empresa subcontratada" num acidente "durante trabalhos de modernização".

"As nossas primeiras palavras vão para a família da vítima, à qual será prestado todo o apoio necessário, bem como ao colega da vítima que com ela se encontrava no local, que está a receber apoio psicológico", afirma a empresa, em nota enviada ao DN.

Sobre o que estará na origem deste acidente, a empresa afirma que "nesta altura ainda não é possível apurar as causas". A Schindler adianta apenas que está a "colaborar estreitamente com as autoridades, no sentido de as esclarecer rigorosamente".

O edifício onde ocorreu o acidente tem 18 andares e o elevador terá caído do 17.º até ao -4.

Atualizado às 17:36

Exclusivos

Premium

Vida e Futuro

Formar médicos no privado? Nem a Católica passa no exame

Abertura de um novo curso de Medicina numa instituição superior privada volta a ser chumbada, mantendo o ensino restrito a sete universidades públicas que neste ano abriram 1441 vagas. O país está a formar médicos suficientes ou o número tem de aumentar? Ordem diz que não há falta de médicos, governo sustenta que "há necessidade de formação de um maior número" de profissionais.