Mais verde e pedonal. Veja como vai ficar a nova Praça de Espanha

Com a transformação do nó rodoviário da Praça de Espanha, Lisboa vai ganhar um novo parque verde, "maior do que o Jardim da Estrela", diz o presidente da Câmara, Fernando Medina

A nova Praça de Espanha vai dar aos lisboetas um novo espaço verde "maior do que o Jardim da Estrela", diz o presidente da Câmara, Fernando Medina. Concorreram nove projetos para a requalificação desta zona da cidade e esta manhã foi anunciado na Fundação Calouste Gulbenkian o vencedor, a NPK - arquitetos paisagistas associados.

A transformação do nó rodoviário da Praça de Espanha contempla a construção de zonas pedonais e de ciclovias, pretende "devolver mais espaço às pessoas" e "tornar mais simples e rápidas" as ligações rodoviárias.

Com a nova Praça de Espanha vai passar a ser possível a ligação direta de quem vem de carro da Avenida de Berna ou António Augusto Aguiar em direção à Avenida de Ceuta.

De acordo com o projeto, Lisboa ganha um novo parque urbano de cinco hectares em articulação com o jardim da Fundação Gulbenkian e corredor verde de Monsanto. Aliás este novo espaço que vai nascer nesta zona da capital recupera a ligação pedonal entre a Gulbenkian e Sete Rios.

Na apresentação em vídeo da nova Praça de Espanha, é referido que esta intervenção vai melhorar a qualidade do ar, diminuir a temperatura ambiente da zona e reduzir o risco de cheias nesta zona da capital.

O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), vai apresentar uma proposta para que o executivo municipal aprove a empreitada para a "rede viária e espaços exteriores da praça de Espanha", com um preço base de 6 milhões e 637 mil euros, com um prazo de dez meses para a execução da obra, mais um ano de manutenção de espaços verdes.

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Este livro de D. Ximenes Belo intitulado Missionários Transmontanos em Timor-Leste aparece numa época que me tem parecido de outono ocidental, com decadência das estruturas legais organizadas para tornar efetiva a governança do globalismo em face da ocidentalização do globo que os portugueses iniciaram, abrindo a época que os historiadores chamaram de Descobertas e em que os chamados navegantes da fé legaram o imperativo do "mundo único", isto é, sem guerras, e da "terra casa comum dos homens", hoje com expressão na ONU.