"O Estado do Bosque" no Teatro da Cornucópia

O espectáculo "O Estado do Bosque" de José Tolentino de Mendonça tem encenação de Luis Miguel Cintra, cenário e figurinos de Cristina Reis e iluminação de Cristina Reis e Luis Miguel Cintra com Rui Seabra. No elenco estão: David Granada, Luis Miguel Cintra, Nuno Nunes e Vera Barreto.

Sinopse:

Há um bosque. Há um cego que é o único que pode guiar os outros na travessia do bosque: John Wolf. Há o destino que pensava vencer o cego. Há um homem de meia-idade e um homem mais novo que acabam por atravessar o bosque com o cego. Há uma rapariga que fica de fora: Vivianne Mars. John Wolf reza outra versão da "oração que Deus nos ensinou". A poesia passa a ser teatro e o teatro poesia. Na floresta das metáforas.

O espectáculo estará em cena até 24 de fevereiro, no Teatro da Cornucópia/Teatro do Bairro Alto. De 3ª a sábado às 21.00 e domingo às 16.00.

Encenação: Luis Miguel Cintra;

Cenário e Figurinos: Cristina Reis;

Iluminação: Cristina Reis e Luis Miguel Cintra com Rui Seabra;

Colaboração para o som: Joaquim Pinto e Nuno Leonel;

Interpretação: David Granada, Luis Miguel Cintra, Nuno Nunes e Vera Barreto.

Ler mais

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.