Seixal Jazz começa amanhã com o pianista Craig Taborn

A 15.ª edição do festival vai estender-se até ao dia 25 e receberá ainda concertos de Louis Sclavis, Ambrose Akinmusire, entre outros.

A partir de amanhã o Auditório Municipal do Seixal acolhe a 15.ª edição do festival Seixal Jazz, certame que além dos concertos integra ainda uma exposição de fotografia e um espetáculo pedagógico.

O pianista norte-americano Craig Taborn, muito aclamado pelos dois álbuns que lançou pela editora ECM, nomeadamente Avenging Angel (2011) e Chants (2012), será o responsável por inaugurar amanhã à noite esta 15.ª edição do festival. Estará acompanhado por Thomas Morgan (contrabaixo) e JT Bates (bateria) e atuará a partir das 22.00.

Sábado será a vez do português Mário Laginha se apresentar com o seu trio, composto por Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria).

O festival regressa no dia 23 com o saxofonista e clarinetista francês Louis Sclavis, que vai apresentar no Seixal o seu Atlas Trio, em estreia nacional. Esta inusitada formação conta com o guitarrista Guilles Coronado e com o pianista Benjamin Moussay.

Um dia depois o jazz português volta a marcar presença no festival com o trio Lokomotiv, liderado pelo contrabaixista Carlos Barretto. No concerto estarão acompanhados pelo novato Ricardo Toscano (saxofone alto).

Esta 15.ª edição do Seixal Jazz termina no sábado, dia 25, com o quinteto do norte-americano Ambrose Akinmore.

Antes, no dia 22, o Auditório Municipal receberá o espetáculo pedagógico A Escola Vai Ao Seixal Jazz, pelas 15.00, onde o quinteto de Gonçalo Marques atuará para alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.

Durante os dias do festival, e até 22 de novembro, estará ainda patente na Galeria de Exposições Augusto Cabrita, no Fórum Cultural do Seixal, a exposição de fotografia Jazz memories, que reúne fotografias que Rosa Reis fez ao longo da história do certame.

Exclusivos

Premium

Espanha

Bolas de aço, berlindes, fisgas e ácido. Jovens lançaram o caos na Catalunha

Eram jovens, alguns quase adultos, outros mais adolescentes, deixaram a Catalunha em estado de sítio. Segundo a polícia, atuaram organizadamente e estavam bem treinados. José Manuel Anes, especialista português em segurança e criminalidade, acredita que pertenciam aos grupos anarquistas que têm como causa "a destruição e o caos" e não a luta independentista.