Pedro Chagas Freitas lança "Eu sou Deus"

O escritor Pedro Chagas Freitas lança a sua 17.ª obra "Eu sou Deus" na próxima quinta-feira, uma semana antes de rumar a Berlim para apresentar na ISCS Conference o seu conceito de "comunicação perfeita" através das palavras.

"A ISCS Conference é sem dúvida o maior desafio da minha vida até ao momento. Irei atuar durante cerca de 40 minutos, em inglês, para mais de 700 altos quadros de algumas das mais importantes empresas do mundo", disse à Lusa o escritor, orador e professor de escrita que se assume como um "fabricante de ideias" que "passa a vida a inventar".

Por isso mesmo inventou cinco palavras para expor e deslindar na International Council of Shopping Centers (ICSC) de 2012 -- Whatifer, Quammunication, Couractivity, Afraison e Me-Force -- numa apresentação que "se pretende capaz de misturar a importância de uma comunicação perfeita dentro e fora das empresas" com os "conceitos fundamentais do Eu".

Conceitos esses como a coragem, o medo e a capacidade de resolução de problemas e de tomada de decisão que fazem de cada pessoa um deus, o seu próprio Deus tal como descreve Pedro Chagas Ferreira na sua nova obra "Eu Sou Deus".

Mas "Eu Sou Deus" não é um livro de autoajuda apesar de "quem o lê, auto-ajuda-se", destaca o escritor de Guimarães.

"'Eu Sou Deus' é uma coletânea de 64 textos que procura encontrar novos prismas, novos ângulos, sobre questões, noções e sentimentos que nos são entregues como intocáveis. É um livro assumidamente provocador e que procura ser, acima de tudo, uma história de amor, mesmo que não tenha história nenhuma", explica.

E porque Pedro chagas Ferreira não é adepto de "drogas leves" na literatura, este "é um livro escrito numa linguagem não muito hermética, mas também não muito leve" de forma que "quem ler esta obra não a vai esquecer, nem a algumas das ideias fundamentais que ela transmite".

A 12 de abril o Deus de Pedro Chagas Ferreira será apresentado pelas 21:30 no BBC, em Lisboa, tendo como convidados a escritora Clara Pinto Correia, o jornalista e crítico de televisão Francisco Penim e ainda o ator Gustavo Santos.

A 27 de abril viaja até ao Porto para participar na conferência "Criatividade no Ensino", na Exponor, onde irá defender que a criatividade "é tão ou mais importante do que o português, o inglês e a matemática".

"A minha filosofia é simples: aprender e com um sorriso dentro. Porque uma criança sorridente é uma criança aprendente", salientou.

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