Fantasporto até 04 de março com hologramas e dragões

O 32º. Fantasporto abriu ontem com o começo das secções competitivas, inúmeras curtas, no que, até 04 de março, vai totalizar 188 sessões, com hologramas no Rivoli e um dragão de metal à porta.

Num ano sem apoio do Turismo de Portugal, como salientou o diretor do evento Mário Dorminsky, o Fantasporto espera atingir os números do ano passado, acima dos 48 mil espectadores pagantes, sendo a "estrutura igual à dos outros anos".

A aposta na Europa este ano, no qual não vai haver secção Orient Express, está espalhada por toda a programação, com destaque, por exemplo, para "Eva", a ser projetado na noite de quarta-feira, recipiente de três prémios Goya em Espanha esta semana.

Para além da escultura do dragão de Aureliano de Aguiar, presente diante do teatro municipal, o Fantasporto vai receber, ainda, um conjunto de hologramas, incluindo um criado de raiz para o festival, como explicou na conferência de imprensa do primeiro dia o professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Hélder Crespo.

"Se uma imagem vale por 1.000 palavras um holograma vale mais porque é tridimensional", disse o académico.

O festival deste ano tem um recorde de países representados, 33, com 406 filmes distribuídos ao longo de 188 sessões. Integra ainda um programa paralelo sob o título "O futuro agora", com debates e exposições e uma homenagem ao cineasta português António-Pedro Vasconcelos.

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