Lar, doce (e arrumado) lar

"Mostra-me onde vives, dir-te-ei quem és". Sabemos que o ditado não é assim, mas isso não o torna menos verdadeiro. Se é a casa é o sítio que construímos à nossa medida, mantê-la organizada é fundamental para que possamos viver em harmonia, construindo espaços em que nos sentimos bem e poupando tempo para aquilo que mais gostamos de fazer

Nenhum espaço reflete tão bem quem somos como a nossa casa. Nela, espelhamos os nossos gostos, necessidades e forma de ver a vida. É nela que encontramos refúgio, que recebemos quem mais amamos, que partilhamos tempo com amigos, que vemos os nossos filhos crescer e construímos memórias, juntos.

Foi com o objetivo de melhorar a vida dentro de casa que, no ano passado, a IKEA lançou o movimento #queroarrumar, desafiando os portugueses a organizarem os seus espaços. Agora, o movimento está de volta com o apoio de vários influenciadores que vão dar dicas de arrumação em diferentes workshops em diferentes lojas, nos dias 19 e 20 de maio - celebrando-se neste último o Dia da Arrumação.

Afinal, muito mais do que uma questão de estética, a forma como organizamos a nossa casa tem influência no nosso bem-estar. Não faltam estudos que relacionam a desorganização com problemas como maiores níveis de stress ou dificuldades de concentração - algo que afeta toda a família. E se os estudos alimentam estas conclusões, nenhuma família precisa que a ciência lhes diga como a desarrumação pode provocar discussões, seja entre os casais ou com os filhos.

Do pesadelo de não encontrar as chaves no momento de sair de casa aos momentos em que precisamos de um documento importante que já não sabemos onde está, quanto tempo - e preocupações - poderíamos poupar para fazer aquilo que mais gostamos se tudo estivesse no seu lugar? E os brinquedos espalhados pela casa aguardando a altura em que, inevitavelmente, um pé descalço e desprevenido os pisarão?

Ensinar e incentivar os mais novos a manter os seus pertences arrumados não só traz paz aos pais como promove a confiança e autoestima das crianças. Dito isto, vamos arrumar? Junte-se ao Dia da Arrumação IKEA e perceba como pequenos gestos podem fazer uma grande diferença na sua casa e ajudá-lo a criar histórias mais felizes em família.

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Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.