E se a realidade fosse como um filme de super-heróis?

Às vezes, todos queremos ter a possibilidade de sair da realidade, de escapar, de voar para outros mundos, onde tudo é como nos filmes. Quão bom era se conseguíssemos voar, ser invisíveis, ter a habilidade de ler mentes ou qualquer outro tipo de superpoder?

Fátima Casanova

Sabe bem sonhar acordado com este tipo de fantasias, seja nos dias menos bons, onde tudo parece estar a correr mal ou nos momentos especiais, onde se deseja que o tempo pare. A ficção é a origem destes desejos. Quando estamos completamente envolvidos nela, como quando se lê um livro ou se vai ao cinema, nada mais importa. Voámos para outra dimensão.

No entanto, para que essa emersão aconteça, por exemplo, nos filmes, é necessário que se desperte a sensação de credibilidade. Nos filmes de super-heróis, por muito bom que esteja o argumento, é muito importante que os cenários e os efeitos especiais pareçam plausíveis num futuro tecnológico. Se o que aparece no filme parecer possível de alcançar, o espetador consegue sonhar ou fantasiar muito mais facilmente, seja na sala de cinema ou no trânsito, onde por vezes era bom ter um carro voador supersónico.

A aproximação destas duas dimensões (a ficção científica e a realidade) é uma tarefa árdua, pois quer-se que os efeitos nos filmes pareçam reais e que a realidade se assemelhe ao que se vê nos filmes. Este é o limbo difícil com que a Perception tem de lidar todos os dias. Uma empresa de tecnologia, apresentada pela iniciativa Vodafone Future, que procura estabelecer uma ponte entre estes dois mundos. Por um lado, é a responsável pela tecnologia de todos os super-heróis da Marvel, por outro, trabalha com empresas de vários setores, que querem que os seus produtos sejam como nos filmes. Empresas especializadas em ciência aerospacial, automóveis, segurança, media e entretenimento.

A tecnologia é algo surpreendente e que está cada vez mais presente nos dias de hoje. À medida que se introduzem novos meios, novos hábitos e costumes nascem na sociedade, que está em constante mudança; e tanto as grandes empresas de tecnologia como a Perception querem contribuir para essa mudança, para esse avanço positivo. A base para a inovação é a imaginação, a criatividade e a noção de onde é possível chegar no tempo e na sociedade em que nos encontramos.

O primeiro automóvel moderno nasceu no século XIX, onde alcançar os 20Km/h ainda não era possível. Agora, já se fala em carros autónomos, que conduzem sozinhos. A ficção e a realidade nunca pareceram estar tão próximos e é por isso que a Vodafone Future apresenta as tecnologias que estão ao virar da esquina, aquelas que procuram tornar a sociedade mais eficiente e as que conseguem fazer com que realidade se pareça um pouco como nos filmes. Afinal, já temos carros com sistemas que nos leem as mensagens que temos por ler e que lhes fazem o que pedimos, quase como o carro do Tony Stark.