24 horas em Estocolmo

Passear numa cidade medieval, visitar um navio naufragado, passear de barco e dedicar-se a descobrir a cozinha escandinava: tudo isto é possível num único dia em Estocolmo.

Construída sobre 14 ilhas, ligadas entre si por mais de meia centena de pontes, são muitos os que não hesitam em apontar a "Veneza do Norte" como a mais bela cidade da Escandinávia: uma cidade que soube crescer e modernizar-se de forma harmoniosa, preservando o centro histórico e fazendo dos espaços verdes uma constante, com uma cultura que combina tradição e inovação em iguais medidas.

Embora sejam muitas as moradas a merecer visita, um único dia dedicado a conhecer Estocolmo pode iniciar-se por uma passagem no City Hall, um dos edifícios mais reconhecidos da capital sueca, cuja torre de 106 metros oferece uma das vistas mais incríveis da cidade.

De volta a solo firme, Gamla Stan, a zona antiga de Estocolmo, é como um museu a céu aberto. Foi aqui que, em 1252, a cidade foi fundada e entre lojas de artesanato, galerias de arte, museus e igrejas, há muito para ver, destacando-se a Catedral de Estocolmo, o Museu do Nobel e o Palácio Nacional, um dos maiores do mundo, onde a marcha e troca dos guardas proporcionam um espetáculo impressionante (e gratuito) a quem passa.

Se tiver pouco tempo disponível, ainda assim é possível absorver muito do que Estocolmo tem para oferecer. O melhor é ler aqui mais sobre este e muitos outros destinos apaixonantes.

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1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".