Depois do iPad, dezenas de 'tablets'

Vêm a caminho equipamentos de empresas desconhecidas ou de fabricantes que canibalizam  equipamentos tradicionais

O iPad da Apple foi lançado em Abril e abriu um mercado antes inexistente, apesar de tentativas anteriores sem sucesso.

Dezenas de marcas anunciaram aparelhos semelhantes (e até com mais capacidades tecnológicas), aproveitando a movida do marketing da Apple para um dispositivo que junta a capacidade informática ao smartphone, com um ecrã de maiores dimensões e ligação a redes móveis.

O problema na compra de um tablet são as aplicações disponíveis para um sistema operativo mas incompatível com outro. E as propostas são variadas, desde o Android e Chrome OS da Google ao PalmPad da HP, BlackPad da BlackBerry, iOS da Apple e Windows da Microsoft.

Os equipamentos vêm a caminho, com origem em empresas desconhecidas ou por fabricantes de informática a canibalizarem os equipamentos tradicionais.

Das primeiras, estão anunciados o JooJoo (da Fusion Garage), Multiple (Archos), WebStation da Camangi, ExoPC, M1Touch (iiView), Adam da Notion Ink, WeTab (Neofonie) ou o gPad da Rydeen Mobile.

Nas marcas reconhecidas, esperam-se os Streak e Looking Glass da Dell, Folio 100 da Toshiba, Optimus Pad e UX10 da LG, Galaxy Tab da Samsung, ViewPad da ViewSonic, EeePad (Asus), Cius (Cisco), LePad da Lenovo, webOS Tablet, Zeen C510 ou Slate da HP, e outros produtos da Sony, Google, BlackBerry ou Nokia.