EUA reforça apoios ao emprego

Timothy Geithner, secretário de Estado do Tesouro norte-americano, afirmou ontem que, apesar dos sinais de recuperação da economia, ainda são necessários apoios para garantir a retoma.

Em declarações à ABC, Geithner revelou que a Casa Branca poderá vir a aumentar a ajuda aos de-sempregados até final do ano, para conseguir travar o impacto da elevada taxa de desemprego.

"Penso que a Administração e o Congresso vão olhar com atenção para este problema, à medida que nos aproximamos do final do ano", disse. Segundo os economistas, há sinais de que a recessão caminha para o fim.

Contudo, a taxa de desemprego deverá atingir em breve os 9,6% nos EUA, a maior dos últimos 26 anos.

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.