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"Para evitar o populismo, os partidos tradicionais têm de fazer o seu trabalho"

PremiumProfessora de Ciência Política no Barnard College da Universidade de Columbia, especialista em estudos sobre a social-democracia e o fascismo na Europa dos séculos XIX e XX, a americana Sheri Berman é uma das oradoras da 4.ª edição das Conferências de Lisboa. A conferência, que será 100% virtual, realiza-se entre 30 de setembro e 2 de outubro e tem como tema "A aceleração das mudanças globais e os impactos da pandemia".

Foi de lágrima ao canto do olho que a mandei para o primeiro dia de aulas

A primeira vez que deixei a Mariana na escola, ela ainda nem tinha cinco meses. Eu ia voltar ao trabalho depois da licença de maternidade e a minha bebé foi para a Academia dos Miúdos. Claro que se me apertou o coração quando a deixei no infantário, mas vê-la ao colo da funcionária tranquilizou-me. Ela estava bem. Como estava bem quando a fui buscar. E no dia seguinte e nos restantes. Desde que lhe mudassem a fralda, dessem o leite e brincassem com ela, a Mariana estava feliz. Não chorei. Como não chorei quando a deixei na CEBE com 3 anos e ficou a brincar na sala e depois a explorar todo o espaço exterior da nova escola. Muito menos chorei quando entrou para o 1.º ano. A escola era a mesma, os colegas também e a professora Carla viria a ser adorada pela minha filha. Mas foi de lágrima ao canto do olho que hoje a fiquei a ver ir debaixo do chapéu-de-chuva para o 5.º ano na Delfim Santos.

"O meu pai nunca voltou porque não queria ver os Açores encolher na mente dele"

Katherine Vaz cresceu a ouvir o pai contar histórias da família que deixara nos Açores. De Saudade a Mariana, passando por Nossa Senhora das Alcachofras, a temática portuguesa está presente em toda a obra da escritora. Neste verão o DN republica algumas das reportagens integradas na rubrica sobre portugueses e luso-americanos de sucesso Pela América do Tio Silva. Este artigo foi publicado originalmente a 28 de abril de 2017.

Dos palcos para Nova Iorque para mostrar a cultura portuguesa

Chegou à América em 2006 para um curso de seis meses, mas apaixonou-se por Nova Iorque. Do que Ana Ventura Miranda mais gosta é de ali nada ser impossível, por isso com a ajuda do primo e sem dinheiro criou o Arte Institute. Já organizou 300 eventos em 20 países. Neste verão o DN republica algumas das reportagens integradas na rubrica sobre portugueses e luso-americanos de sucesso Pela América do Tio Silva. Este artigo foi publicado originalmente a 28 de julho de 2017