"Um grande escritor não se faz com dois livros"

Com o romance "Autismo" Valério Romão inaugurou um registo em que certas doenças psiquiátricas têm lugar e que é replicado em livros recentes.

Considera que os seus livros não são entretenimento nem destinados a quem quer passar um bom bocado: "Até porque gosto de os pensar como literatura." Também não tem intenção de provocar o leitor: "No novo livro, 'Da Família', existem coisas que tanto podem ser incluídas no conceito de doença como de moralidade. O primeiro tinha uma componente biográfica forte e indesmentível porque é uma situação em parte vivida e depois envelopada de ficção. Os outros dois são livros que, obviamente, contêm registo autobiográfico na medida em que quando escrevemos tem a ver connosco."

O livro de contos será lançado hoje no Teatro Cinearte - A Barraca, pelas 22.00, em Lisboa

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