O terror pode ser aceite pelas populações com indiferença?

Auschwitz foi um dos maiores e mais célebres dos campos da morte da Alemanha nazi. No momento da sua libertação eram sete mil os sobreviventes, 600 dos quais com menos de 18 anos. Três autobiografias de sobreviventes acabam por noslevantar esta questão: o terror pode ser aceite, com indiferença, pelas populações?

As memórias de alguns dos sobreviventes dos campos de concentração nazi em Auschwitz chegam agora aos livros, relatando não apenas o horror ali vivido mas a forma como, mesmo depois de todos estes anos, esse terror nunca os libertou. Lemos três dessas autobiografias, que deixam um grito de alerta: "Basta que os bons não façam nada para que o mal aconteça".

Ainda nesta edição do caderno cultural do DN, também dos dias da II Guerra Mundial, fazemos uma pré-publicação das memórias (contadas na primeira pessoa) de Winston Churchill sobre os dias em que Londres era bombardeada todas as noites pela aviação alemã.

Da Índia dos nossos dias chegam dois retratos analisados pela New York Review of Books, que vincam um mundo feito de contrastes que está a construir uma enorme potência mundial, económica e cultural.

Apresentamos ainda uma crítica ao novo livro de João Tordo, assinada por João Céu e Silva.

E publicamos a transcrição de uma conferência de Julião Sarmento sobre artes plásticas no âmbito de um ciclo da SEDES intitulado 'Fazer Cultura em Portugal'.

Discuta estes assuntoa (exclusivos da edição impressa e de e-paper deste sábado), na caixa de comentários desta notícia ou na página de Facebook do Diário de Notícias

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG