O que se verá nos museus em 2016. Mês a mês

É abrir a agenda e apontar o que ver no ano em que Lisboa ganha mais um museu e o Renascimento sobressai.

O Museu Grão Vasco, em Viseu, faz 100 anos, o Porto recebe parte da coleção Sonnabend, e em Lisboa e o Museu Nacional de Arte Antiga reabre as suas salas de pintura e escultura. É também o ano zero para o novo Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia da Fundação EDP.

Janeiro:

- Estúpidos, maldosos e semanais. Uma constelação em torno do Charlie Hebdo inaugurou na Bedeteca da Amadora, no dia 7, um ano depois dos atentados contra os artistas da revista satírica francesa e centra-se no trabalho e consequências do trabalho dos cartoonistas, profissão de risco. Uma parte da exposição lembra os artistas do Médio Oriente e Ásia que têm sofrido perseguições e represálias por causa do seu trabalho.

- Liam Gillick: Campanha abre ao público no dia 28 de janeiro, no Museu de Serralves. É a primeira vez que o artista britânico, sediado em Nova Iorque, expõe em Portugal. Esta exposição é o resultado de uma série de visitas à Fundação, no Porto. Factories in the Snow, instalação criada para o festival internacional de Manchester, em 2007, é uma das obras que vem a Portugal. Suzanne Cotter, diretora do museu, comissaria. Até 3 de janeiro de 2017.

- Wolfgang Tillmans: No Limiar da Visibilidade, de 30 de janeiro a 25 de abril, marca a estreia do artista alemão em Portugal, numa projeto site specific que responde ao contexto arquitetónico do museu de Serralves. "O compromisso do artista com o lugar e o uso coreográfico do espaço e da escala constituem um mundo no qual imagens de pessoas ou lugares e registos de luz de cariz objetual são parte de um todo físico e cósmico", diz a instituição.

Estúpidos, maldosos e semanais. Uma constelação em torno do Charlie Hebdo inaugurou na Bedeteca da Amadora, no dia 7, um ano depois dos atentados contra os artistas da revista satírica francesa e centra-se no trabalho e consequências do trabalho dos cartoonistas, profissão de risco. Uma parte da exposição lembra os artistas do Médio Oriente e Ásia que têm sofrido perseguições e represálias por causa do seu trabalho.

Leia mais na edição impressa e no e-paper do DN.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG