O mundo seria menos violento se não houvesse religião?

Sayyid Qutb é para muitos o "pai do islamismo violento". Dois novos livros traçam a história deste intelectual egípcio, executado em 1966, acusado de conspiração contra o Estado.

É legítima a atribuição deste título a Sayyid Qutb? A questão é controversa e talvez nem tenha resposta possível. Indesmentível é, no entanto, o facto de esta figura continuar a inspirar muitos movimentos políticos de inspiração islâmica.

No Quociente de Inteligência desta semana, sábado nas bancas com do DN, o leitor poderá conhecer melhor de que forma este homem influencia tanto partidos atualmente no poder como as franjas mais violentas do vasto espectro do islamismo.

No entanto, a questão da violência religiosa não se pode reduzir à questão islãmica. Tanto na atualidade como ao longo da História poucas são as religiões que não motivaram atos violentos - ou que não viram a violência ser usada em seu nome.

Por isso, esta semana, lançamos o debate aos leitores: Seria o mundo menos violento se não houvesse religião?

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG