O Carnaval de Buraka e as farpas de Carlão

VÍDEO - A primeira vez dos festivaleiros. A noite de sexta-feira ficou na memória desta edição do Meo Sudoeste e os "culpados" são todos portugueses...

A terceira noite do Festival MEO Sudoeste não foi exclusivamente portuguesa, mas bem que o podia ter sido. Nada digno de memória futura se passou ali que não fosse português. O pódio fica então para Carlão e os Buraka Som Sistema - estes últimos já não atuavam no Sudoeste há seis anos.

Os festivaleiros estreantes falam sobre a sua primeira vez:

No regresso do Karnaval, trouxeram à herdade da Casa Branca os seus trunfos: a mestre de cerimónias Blaya e as suas danças incendiárias, Kalaf, e também um monte de vuvuzelas para o público fazer "muito barulho". A audiência, enlouquecida, dançou agachada ao som de êxitos como Kalemba (Wegue Wegue) ou (We Stay) Up All Night. Pelo meio, como numa alucinação coletiva, apareceu Ana Moura para cantar o fado Até ao Verão e logo depois fugiu. O público esfregou os olhos, ela já não estava lá, e continuou tudo a dançar. Na mesma noite, Carlão apresentou o seu novo disco Quarenta. Respaldado por um quarteto de cordas, para as quais até vestiu um fato para cantar e receber o seu amigo Dino D"Santiago. Mais tarde surgiu de vestes mais despojadas e pronto para disparar em todas as direções. Principais alvos: os DJ da pen, José Sócrates, e o BPN e o BES, a que dedicou Colarinho Branco, acompanhado pelo seu amigo DJ Glue. Mais tarde, o público teve direito à presença de outra das grandes da música portuguesa, Sara Tavares, que com ele cantou Bla Bla Bla e Crioula Rainha. O êxito Os Tais fechou o concerto com o público em histeria.

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