Homenagem de Ariana a Manchester já é número 1 em 43 países

"No Tears Left To Cry" é o primeiro disco após o atentado terrorista no concerto da cantora

O novo álbum de Ariana Grande, cuja primeira música foi divulgada durante esta madrugada para o mundo inteiro - em apenas cinco horas chegou ao primeiro lugar das tabelas em 43 países - , é uma catarse do atentado terrorista que matou 22 pessoas durante o concerto da cantora na cidade de Manchester, em maio de 2017.

O dico chama-se "No Tears Left To Cry" (Sem mais lágrimas para chorar, em tradução livre) e faz referência ao ataque, ao mesmo tempo que evoca "a resiliência e o otimismo do concerto beneficente One Love", realizado apenas duas semanas após a atentado, escreve a BBC.

Nas letras, Ariana Grande diz que é preciso "superar o medo e o ódio" e que "voamos demasiado alto para fazer parte desse ódio", numa referência clara a Manchester: no final do vídeo da música que dá nome ao álbum, surge uma abelha a voar - o símbolo da cidade do Reino Unido.

No início do ano, o empresário da cantora norte-americana, Scooter Braun, revelou que Ariana "chorou durante dias" com as mortes das pessoas que assistiam ao seu concerto em Manchester.

A artista não quis regressar ao estúdio de gravação logo após o ataque e à revista Billboard disse que a reta final da sua digressão mundial "foi muito emocional" e que teria sido bom ter ficado junto aos seus entes queridos por uns tempos.

A cantora acabaria por entrar em estúdio, no final do ano passado, onde trabalhou com Martin e Pharrell Williams. Ao LA Times, disseram que as letras do novo disco da cantora são "incríveis".

Os fãs de Ariana Grande também se mostraram entusiasmados com o lançamento do novo álbum, que está a alcançar sucesso mundial: já está no primeiro lugar das tabelas em 43 países, como Portugal, Reino Unido e EUA.

A hashtag #NoTearsLeftToCry tornou-se viral e o vídeo foi visto meio milhão de vezes em apenas 30 minutos.

O irmão da cantora, Frankie Grande, também elogiou Ariana através de um tweet onde escreveu que Ariana o deixava "todos os dias incrivelmente orgulhoso" e ainda: "A música foi feita para nos unir e com esta brilhante obra de arte tu fizeste exatamente isso".

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