Reviver paixões no regresso dos Resistência

Há 20 anos a banda fazia história no panorama musical. Ontem, o Campo Pequeno encheu para recordar sucessos e... namoros.

Vinte anos, tantas recordações... tantas paixões. Mais do que reviver as músicas dos Resistência, o concerto de ontem - que marcou o regresso aos palcos da banda - foi um momento para os agora com 30, 40 ou até 50 anos recordarem os dias de juventude e namoro, juntamente com os filhos e até netos. Foi, portanto, em ambiente de família que se cantou em uníssono os sucessos da banda que apenas esteve junta durante pouco mais de dois anos, mas cujas músicas continuam a conquistar jovens fãs.

"Quando éramos novos dançámos muitas vezes ao som dos Resistência. Há um sentimento muito nostálgico. Por alguns momentos achamos que vamos rejuve- nescer", disse ao DN Graciete (47 anos), acompanhada pelo agora marido, que há 20 anos era o namorado, Nuno (46).

Jorgete (a avó de 58 anos), Sónia (a nora de 37) e Patrícia (a filha de sete) representam a realidade de como a música dos Resistência atravessa gerações. Patrícia sabe o nome de todos os membros da banda e "Não Sou o Único" era a canção que mais queria ouvir naquele que foi o primeiro concerto que assistiu. Sónia, a mãe, prefere "Timor" e tinha a certeza de que ia recordar os tempos em que namorava. Jorgete não tem dúvidas: "São como o vinho do Porto, vão estar melhores do que nunca."

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