Na Street Dance a festa faz-se com acrobacias

A Jukebox Crew é o grupo residente deste espaço onde a animação é garantida entre as 16.20 e as 22.00 Pouco depois das 19.30, Fausto Bellucci aparece no palco de óculos escuros, boné e piada pronta na ponta da língua. "Boa tarde, Rock in Rio". Ele é o speaker da Jukebox Crew, o grupo residente da Street Dance. Uma pequena multidão junta-se em frente do palco pequeno, onde ninguém canta nem toca qualquer instrumento. Ali há um DJ que lançam as músicas e bailarinos a dançar.

"Isto é tudo muito novo, é novo para nós e também é novo para o público, estamos a trilhar caminhos e a descobrir como é que podemos fazer com que isto, de ter um palco de dança num festival de música, funcione", explica Marina Franjiola, a diretora artística do palco. Marina escolheu vários grupos para atuarem ali, entre as 16.20 e as 22.00, e, entre eles, a Jukebox Crew, como jóia da coroa.

O grupo, dirigido por Vasco Alves, existe 2008 e é composto por 15 elementos (embora dois estejam lesionados e não possam atuar) muito diferentes - rapazes e raparigas, com idades e características muito diversas, cada um especialista num determinado estilo de street dance: há uns que fazem mais break, outro mais locking, há que são melhores no hip hop, outros no popping. "A ideia é que haja solos em que todos se exibam e depois haja momentos de coreografia em que nos juntamos todos", explica Vasco Alves. Este espetáculo está dentro "do conceito Rock in Rio, desta energia eufórica e de festival, não queríamos fazer só um show que as pessoas parassem a ver. O público bate palmas, dança connosco, tem que estar enturmado de maneira a criar uma enorme festa."

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