Estrella Morente recordou o pai no Coliseu

Um ano depois de Enrique Morente ter estado em Portugal pela primeira e última vez, a filha lembrou o quanto o artista gostava de Portugal. Cantou à capela e atreveu-se com o fado "Canção do Mar".

Concerto clássico de flamenco, como havia antecipado a artista em declarações ao DN, intimista e cheio de recordações. Foi assim a hora e meia de espectáculo de Estrella Morente no Coliseu dos Recreios no âmbito do Festival Flamenco de Lisboa, ontem, quinta-feira.

Recordou o pai, maestro Enrique Morente, desaparecido em Dezembro de 2010, e, no momento mais empolgante para a meia casa que assistiu ao concerto, deixou para trás o microfone e desceu até à audiência.

Para o final reservou uma versão flamenca da "Canção do Mar", cantada por Amália Rodrigues e mais tarde, por Dulce Pontes, a quem a cantora andaluza se referiu como "minha amiga e minha irmã".

O Festival Flamenco de Lisboa continua hoje, sexta-feira, com a actuação da bailarina María Juncal.

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