Museu da Eletricidade encerra para obras a partir de hoje e reabre a 29 de junho

As obras, com duração de cerca de um mês, têm como objetivo requalificar o equipamento, integrado na Central Tejo, que passará a fazer parte do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.

O Museu da Eletricidade, em Lisboa, encerra para obras de requalificação, a partir de hoje, até 28 de junho, numa primeira fase de transição para o novo Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT).

De acordo com a Fundação EDP, que tutela o museu, em Belém, as obras, com duração de cerca de um mês, têm como objetivo requalificar o equipamento, integrado na Central Tejo, que passará a fazer parte do MAAT.

Ainda segundo a Fundação EDP, a Central Tejo vai reabrir ao público a 29 de junho, com quatro novas exposições e com um novo "desenho" do circuito museológico, ligado à história e evolução da eletricidade.

O MAAT, em Lisboa, tem abertura marcada para os dias 04 e 05 de outubro, com a exposição "Utopia/Distopia, Parte 1: Dominique Gonzalez-Foerster".

Situado nas margens do rio Tejo, na zona de Belém, o MAAT foi projetado pelo ateliê AL_A, liderado pela arquiteta Amanda Levete, e terá 7.000 metros quadrados para receber exposições sobre artes visuais e multimédia, arquitetura e cidade, tecnologia e ciência, sociedade e pensamento.

O novo museu irá estender a programação à Central Tejo, edifício do início do século XX que, até agora, tem funcionado como Museu da Eletricidade e com exposições de arte contemporânea.

A Central Tejo - central termoelétrica que foi propriedade das antigas Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade (CRGE), na base da atual EDP -, abasteceu de eletricidade toda a cidade e região de Lisboa, entre 1909 e 1951, tendo continuado a funcionar, como "central de reserva", até 1972.

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