Mosteiro dos Jerónimos lidera visitas a monumentos

O Mosteiro dos Jerónimos e o Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, mantêm a liderança dos monumentos e museus mais visitados do país em 2013, segundo as estatísticas oficiais a que a agência Lusa teve hoje acesso.

De acordo com dados estatísticos da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), entidade que tutela monumentos, museus e palácios nacionais, o Mosteiro dos Jerónimos continuou nesse ano a liderar as visitas aos monumentos com 722.758 entradas.

Logo a seguir, em 2013, surge a Torre de Belém, também em Lisboa, com 537.855 entradas, e o Mosteiro da Batalha, com 291.455 visitantes.

Nos museus, também o Museu Nacional dos Coches manteve a liderança em 2013, com 189.015 visitantes (o núcleo de Vila Viçosa recebeu 8.276), seguido do Museu Nacional de Arte Antiga, com 124.697 entradas, e, depois, o Museu Nacional do Azulejo, com 101.639 visitantes, todos localizados na capital portuguesa.

Relativamente aos palácios, o Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, liderou, com 253.658 visitantes, seguido muito de perto pelo Palácio Nacional de Mafra, com 244.489 visitantes.

Também em Lisboa, o Panteão Nacional recebeu 72.226 visitantes, o Museu Nacional da Música, 10.600 visitantes, e o Museu de Arte Popular, 14.667 visitantes.

As estatísticas apontam para as maiores percentagens de aumentos de visitantes no Palácio Nacional da Ajuda, no Museu Nacional de Etnologia, no Museu Nacional Machado de Castro (Coimbra) e na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves (Lisboa).

Os que indicam descidas mais significativas nos visitantes são o Museu Grão Vasco (Viseu), o Museu de Arte Popular (Lisboa), o Núcleo do Museu dos Coches em Vila Viçosa, e as ruínas de Conímbriga (Coimbra).

A DGPC refere ainda que os museus apresentaram uma diminuição do público nacional em cerca de 10 por cento, com menos 57.663 entradas.

Com os dados recolhidos, a tutela traçou um perfil dos visitantes dos monumentos: na sua maioria são estrangeiros (85 por cento) e pagam bilhete (69 por cento).

Quanto aos visitantes dos museus e palácios, são maioritariamente nacionais (58 por cento) e não pagantes (55 por cento).

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