Mais de 24 horas de jazz para ouvir no São Luiz

A partir de hoje, às 21.30, e até às duas da manhã de segunda-feira, um cartaz variado com Maria João à cabeça

Em disco, Maria João apresentou-se há 31 anos com o Quinteto a que dava nome. Aparecia acompanhada por um então desconhecido Mário Laginha, António Ferro, Carlos Vieira e Carlos Martins a tocar saxofone tenor ou clarinete. Sempre perto de Laginha, Maria João viria a assumir o trono do jazz nacional. Por sua vez, Carlos Martins lançou uma dúzia de discos em nome próprio e fundou a Festa do Jazz do São Luiz. Na sua 13.ª edição, a acontecer entre sexta e domingo no teatro de Lisboa, Maria João será cabeça de cartaz. "É uma referência do jazz como tivemos muitas vezes o Carlos Bica ou o Bernardo Sassetti. Todos são importantes, mas o que queremos é juntar pessoas de diversas idades e experiências no mesmo palco", explica o diretor artístico do evento.

Ao longo de doze edições, a festa que nasceu do Lisboa em Jazz cresceu. Com a vontade de "envolver todos os portugueses ligados a esta música", assume Carlos Martins, este ano acontecerão concertos, workshops, jam sessions e ainda um concurso para bandas de escolas de jazz. Num cartaz em que não faltam músicos estrangeiros - Gileno Santana, trompetista brasileiro a viver no Porto, ou o baixista argentino Demian Cabaud -, os holofotes estarão nos músicos nacionais ou não fosse Maria João, com Ogre, o seu projeto de fusão eletrónica, a cabeça de cartaz.

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