Repita lá o nome desse candidato ao Nobel? Ngugi wa Thiong"o e é do Quénia...

Antecipar o provável vencedor do Nobel da Literatura continua a ser uma impossibilidade, tal é o segredo em torno da short list e das sessões em que se apura o nome. Milan Kundera é uma boa aposta, tal como as letras de África

A atribuição do Prémio Nobel da Literatura é o mais parecido com a roleta russa, afinal só um escritor - entre os de uma lista que não conta com mais do que meia centena de eleitos espalhados por todo o planeta - será o alvo de uma bala que o matará enquanto escritor normal e o levará para a vida divina que o galardão da Academia Sueca concede de imediato e de um modo irreversível.

Tal como acontece todos os anos, ninguém é capaz de apontar com certeza o nome do escritor que será anunciado amanhã, poucos segundos após o meio-dia, como o Nobel deste ano. Certo é que os nomes mais referidos na última década continuam a aguardar ansiosamente pelo telefonema que o secretário da Academia faz ao princípio da manhã para comunicar a que quem está do outro lado que foi o preferido dos académicos nórdicos.

Uma ansiedade que afeta todos eles nestas vésperas, mesmo os que a negam. Exemplo? O poeta Adonis, que é constantemente referido como estando na short list do Nobel, recusou-se no ano passado a comentar essa possibilidade, quando esteve em Lisboa, e aceitou falar com o DN sobre tudo, até da crise na Síria natal. Tudo, à exceção do tal prémio, momento em que preferiu informar-se sobre como ir aos fados.

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