"Gostava de morrer com uma caneta na mão"

À data do lançamento do seu mais recente romance, 'Comissão das Lágrimas', e a poucos dias do anúncio do Prémio Nobel, a que é sério candidato, o escritor dá uma rara entrevista, em que fala sobre a sua vida literária.

Não evita pronunciar-se sobre a crise, os aumentos de impostos, nem sobre as figuras políticas que governam o País.

Leia a entrevista completa no e-paper do DN.

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