Justin Timberlake regressa à música fugindo às normas

Justin Timberlake está de regresso com um álbum de dez canções com mais de sete minutos cada.

Se um ano já é muito tempo nas lides da música pop, período suficiente para que novos fenómenos surjam e voltem a desaparecer com a mesma velocidade, imaginemos seis anos e seis meses. Foi durante este período que Justin Timberlake se manteve sem editar novos discos, não dando continuidade ao sucesso de FutureSex/LoveSounds (2006), álbum ambicioso na criação de um possível futuro da pop, refletindo a contempo- raneidade mas mantendo-se à frente do seu tempo. Mas passados quase sete anos, eis que Timberlake volta a estar no centro das atenções. The 20/20 Experience, o novo disco, é um passo arriscado, mas não menos único no panorama atual.

Nesta ausência, pontuada por breves colaborações (Madonna, por exemplo), Justin Timberlake focou-se no seu percurso enquanto ator. Entrou em mais de dez filmes e colaborou com David Fincher ou Clint Eastwood. Durante algum tempo julgou-se mesmo que a música estava definitivamente posta de parte.

Este terceiro álbum veio não só reacender o interesse na música do cantor, como o revela como um dos talentos mais singulares da atualidade. Para um regresso desta natureza, Timberlake decidiu não facilitar a tarefa aos que o esperavam com ansiedade. Ao invés de repetir os truques que tanto sucesso lhe deram, fez um álbum de dez canções cuja média de duração ronda sete minutos. Pouco apelativo para a rádio, mas essa não foi a preocupação.

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