Jorge Palma: "Sempre gravei o que me apeteceu e o que estava a sentir"

Começa hoje o Misty Fest e é neste festival que Jorge Palma vai recordar as canções de Bairro do Amor, álbum que celebra 25 anos, num concerto a realizar-se quinta-feira, no CCB.

"Gostava que este disco chegasse ao século XXI", disse Jorge Palma há 25 anos ao jornal A Capital, a propósito do seu Bairro do Amor (1989). Hoje não há dúvidas que o álbum que no seu alinhamento contém canções como Dá-me Lume ou Frágil resistiu até ao século XXI, ou não tivesse o músico marcado para esta quinta-feira um concerto no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, onde vai reinterpretar na íntegra este disco, que foi recentemente reeditado. O espetáculo está integrado na edição deste ano do Misty Fest, que começa hoje.

Ainda que se estejam a celebrar os 25 anos desse que foi o seu oitavo álbum de originais, hoje o músico não gosta de colocar fronteiras temporais às suas canções. "Quando escrevo alguma coisa procuro que seja intemporal, que não esteja muito situado no espaço ou no tempo. Procuro escrever coisas que são sentimentos comuns, parte da nossa condição humana e assim vou falando das coisas que vão acontecendo à minha volta e dentro de mim", salienta Jorge Palma, que não deixa de afirmar: "Sempre gravei o que me apeteceu e o que estava a sentir".

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