Roger Daltrey confirma festival com os dinossauros do rock

O músico dos The Who foi o primeiro a falar publicamente sobre os concertos de outubro.

O músico dos The Who, Roger Daltrey, confirmou que o grupo vai estar naquele que já é apelidado como um dos maiores concertos sempre - o festival que, em outubro, vai juntar Bob Dylan, Rolling Stones, Paul McCartney, The Who, Neil Young e Roger Waters (dos Pink Floyd): "Penso que serão The Who e Roger Waters no mesmo dia", disse à Postmedia Network, do Canadá . "É uma ideia fantástica para um festival. São os grandes sobreviventes do nosso tempo."

Daltrey foi o primeiro músico do cartaz a falar publicamente sobre o evento. Mas já no fim de semana passado, Elliot Roberts, o manager de Neil Young, tinha afirmado ao Los Angeles Times: "Não terão oportunidade de ver um cartaz assim provavelmente nunca mais."

O festival deverá realizar-se no Empire Polo Club em Indio, na Califórnia (o mesmo local onde se realiza por estes dias também o festival de Coachella), de 7 a 9 de outubro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.