Apanharam o homem que levou o Óscar de Frances McDormand

Homem de 47 anos foi detido. O prémio foi devolvido à atriz

O responsável pelo desaparecimento do Óscar da atriz Frances McDormand, durante a festa oficial da Academia de Hollywood, após a entrega dos prémios, no domingo, foi detido pela Polícia de Los Angeles, anunciou esta segunda-feira a força de segurança.

A porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles, Rosario Herrera, anunciou ter sido detido um homem de 47 anos, de nome Terry Bryant, pelo desaparecimento do Óscar de Frances McDormand, ocorrido no domingo, após a realização da cerimónia.

O representante da atriz, Simon Halls, confirmou entretanto a devolução do prémio à atriz poucos minutos depois do desaparecuimento.

"Após uma breve separação, Frances e Óscar estão de novo juntos, felizes e a celebrar o reencontro com um 'cheeseburger' do In-N-Out", disse Simon Halls à Associated Press.

O Óscar de Melhor Atriz, conquistado por McDormand, pelo desempenho no filme "Três cartazes à beira da Estrada", foi levado do Teatro Dolby por um homem de "meia idade", após a entrega dos galardões, quando ocorria a festa da Academia, segundo testemunhos recolhidos por diferentes órgãos de comunicação social, no local.

McDormand celebrava a conquista do prémio, quando deu conta do desaparecimento da estatueta, que já tinha o seu nome gravado na base.

A intérprete, acompanhada pelo marido, o cineasta Joel Coen, procurou o Óscar por todo o edifício, sem o conseguir encontrar, segundo as agências internacionais.

O representante da atriz disse à Associated Press que o Óscar foi devolvido hoje de manhã a McDormand, por agentes de segurança.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).