Philippe Starck e outros 6 convidados na última Experimenta

O criativo encerra o lote de convidados das Conferências de Lisboa. A Experimenta termina aqui.

O designer francês Philippe Starck, agora a viver em Portugal, fundou a sua marca em 1979, renovou o apartamento do presidente francês, trabalhou com marcas planetárias e tem sido presença assídua na EXD'17. Participou numa exposição em 2003, fez parte das conferências em 2005 e retoma este papel este ano, ao lado de outros seis convidados.

O antropólogo indiano Arjun Appadurai, que tem trabalhado a globalização, ?o designer ??????Stefan Sagmeister, o diretor da revista "Monocle" Tyler Brûlé, o neurocientista Miguel Nicolelis, a crítica Alice Rawsthorn e o arquiteto Eduardo Souto Moura são os restantes convidados para estas conferências que acontecem a 30 de setembro no Centro Cultural de Belém.

A edição deste ano, com o tema Before & Beyond, é a última, 18 anos depois do lançamento, e "especialmente simbólica", segundo um comunicado da Bienal liderada por Guta Moura Guedes. "Visa, entre outros elementos, celebrar alguns dos factores mais estruturantes e identitários da EXD. Por um lado, a sua forte componente internacional; por outro o seu interesse pela criatividade nacional; por outro ainda a capacidade prospectiva e investigativa da plataforma, cuja forma de desenvolver conteúdo sempre contribuiu de modo determinante para a sua importância enquanto veículo de inovação e de transformação de conhecimento".

O programa completo será conhecido amanhã no site da Experimenta e os bilhetes para as conferências (5 euros) já podem ser adquiridos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Pedro Lains

O Banco de Portugal está preso a uma história que tem de reconhecer para mudar

Tem custado ao Banco de Portugal adaptar-se ao quadro institucional decorrente da criação do euro. A melhor prova disso é a fraca capacidade de intervir no ordenamento do sistema bancário nacional. As necessárias decisões acontecem quase sempre tarde, de forma pouco consistente e com escasso escrutínio público. Como se pode alterar esta situação, dentro dos limites impostos pelas regras da zona euro, em que os bancos centrais nacionais respondem sobretudo ao BCE? A resposta é difícil, mas ajuda compreender e reconhecer melhor o problema.