Nas vésperas de virem a Portugal, Pearl Jam cancelam concerto em Londres

Vocalista Eddie Vedder ficou sem voz. A banda tinha espetáculo marcado para esta noite na capital inglesa

A banda Pearl Jam cancelou a atuação agenda para esta noite, na O2 Arena, em Londres. Em comunicado, o grupo de Seattle esclarece que, pela primeira vez, irá cancelar um concerto devido a problemas vocais de Eddie Vedder.

"O cantor Eddie Vedder perdeu completamente a sua voz. Estará a descansar nos próximos dias, num esforço para que possa melhorar e atuar nas próximas datas da digressão", pode ler-se na publicação da página oficial da banda no Instagram e no Twitter.

Sem esquecer o esforço das pessoas que marcaram viagens e fizeram planos para poderem assistir ao concerto na O2 Arena, os Pearl Jam endereçam desculpas a todos os fãs. "Ed e o resto da banda estão arrasados", lê-se na nota informativa.

Os bilhetes comprados para o concerto desta terça-feira (agora cancelado) vão manter-se válidos para a nova atuação em Londres, esperada para "meados de julho". Já o aguardado regresso da banda aos palcos portugueses acontecerá a 14 de julho, data em que os Pearl Jam são cabeça de cartaz do último dia do NOS Alive, em Algés.

De acordo com o comunicado, a digressão da banda será retomada na próxima sexta-feira, dia 22 de junho, em Milão, Itália.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.