Obama é mesmo culpado pela sua descredibilização?

Poderia o presidente norte-americano ter respondido de outra forma à crise económica iniciada em 2008 e, assim, ter salvo a mudança política que a sua eleição prometeu? Um livro analisado este sábado no caderno cultural do Diário de Notícias tenta responder a esta questão.

"Homens de Confiança", de Ron Suskind, revê passo a passo cada uma das medidas económicas de Barak Obama e o papel, positivo ou negativo, dos principais conselheiros do presidente dos Estados Unidos da América.

O autor identifica também as diferenças de comportamento de Obama, desde o início do seu mandato até aos tempos actuais, em que a sua reeleição está claramente em perigo.

Outro tema do "Quociente de Inteligência" - em exclusivo este sábado no e-paper (faça clique aqui) ou em versão impressa - é uma análise a canções infantis, um trabaho do jornalista Miguel Marujo com o título: "A música dos miúdos que os pais não têm vergonha de gostar".

O perfil e as obras disponíveis em DVD do cineasta Nicholas Ray, a publicação de um texto da escritora Lídia Jorge sobre um livro de Rui Zink, a crítica ao último livro de Haruki Murakami e um texto da Literary Review sobre um livro de Peter Conrad, que confronta os compositores Verdi e Wagner, são outros assuntos do "Quociente de Inteligência".

Se quiser, debata com outros leitores, na caixa de comentários desta notícia no site do DN ou na página do facebook (clique aqui), a pergunta que fazemos no título ou outros temas desta edição.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.