Mirós sem classificação mais perto da venda

Direção-Geral do Património Cultural decidiu-se pelo arquivamento da classificação dos 84 quadros e de uma escultura do artista catalão. Ex-ministra Gabriela Canavilhas diz que há que esperar pela decisão do tribunal

A decisão da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) de arquivamento da classificação das 85 obras de Joan Miró, publicada ontem em Diário da República, vai ao encontro das pretensões do Estado português, que detém as 85 obras de Joan Miró, através da Parvalorem, sociedade-veículo criada para gerir os ativos do Banco Português de Negócios (BPN) depois da nacionalização em 2008.

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Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

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