Linkin Park prestam tributo a Chester Bennington

Os membros da banda Linkin Park lamentaram a morte do vocalista em carta aberta divulgada nas redes sociais

A banda Linkin Park divulgou esta segunda-feira um comunicado nas redes sociais onde pela primeira vez fala sobre a morte do vocalista, ocorrida na passada quinta-feira.

No post, os membros da banda escreveram um texto de despedida para Chester, onde se pode ler as seguintes frases: "Tentamos recordar-nos que os demónios que te tiraram de nós sempre estiveram presentes. Afinal de contas, foi a maneira como cantavas sobre esses demónios que fez com que as pessoas se apaixonassem por ti" e ainda "Enquanto não sabemos qual o caminho que o futuro nos reserva, sabemos que cada uma das nossas vidas é melhor por tua causa. Obrigada por essa dádiva."

Em forma de homenagem, a banda divulgou também, no sábado passado, um website designado especialmente para reunir homenagens ao vocalista Chester Bennington, que se suicidou na passada quinta-feira.

O site de tributo permite que os fãs publiquem mensagens, fotografias e vídeos, acompanhados do hashtag #RIPCHESTER. A página inclui ainda vários contactos para linhas de prevenção ao suicídio, tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.