Exposição de Escher foi prolongada

A exposição dedicada ao trabalho do artista holandês MC Escher, no Museu de Arte Popular, vai continuar aberta ao público

Foi prolongada até 16 de setembro a exposição de obras do artista holandês Escher no Museu de Arte Popular (MAP), em Lisboa.

Maurits Cornelis Escher (1898-1972), que o mundo da arte se habituou a conhecer como MC Escher ou simplesmente Escher, é um artista gráfico holandês cujo trabalho se distingue pelas repetições, tesselações, metamorfoses, muito influenciados pelos anos que passou em Itália e também pelos padrões geométricos que encontrou no Palácio da Alhambra, em Granada.

"É dos artistas mais amados e conhecidos do mundo", disse Iole Sena, a diretora da Arthemisia, a empresa organizadora da exposição em novembro. Mas, como a própria explicava, embora o trabalho do artista gráfico seja muito conhecido, e até tenha originado uma eschermania - de um episódio dos Simpson a anúncios passando por capas não autorizadas de discos - o seu nome não é tão comum. Ou não era.

A exposição abriu ao público a 24 de novembro de 2017 e deveria encerrar no próximo domingo, dia 27, mas ficará mais quatro meses patente ao público. Todos os dias, das 10.00 às 20.00 (a bilheteira encerra às 19.00).

Organizada em parceria pela Arthemisia em colaboração com a Fundação M. C. Escher, esta retrospetiva composta por cerca de 200 obras originais tem curadoria de Mark Valdhuisen e Federico Giudiceandrea.

Entre as obras em exposição está Mão com Esfera Espelhada, Relatividade e Belvedere, entre outras.

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