Direção-Geral do Património Cultural abre concurso para 28 vigilantes

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) abriu concurso para a contratação de 28 funcionários nas áreas de vigilância, receção e atendimento de visitantes para os serviços que tutela, publica hoje o Diário da República.

De acordo com quatro avisos de abertura de concurso publicados no Diário da República n.º 5/2017, Série II de hoje, 15 dos postos de trabalho são para serem preenchidos naquelas áreas em serviços dependentes da DGPC.

Em todos os avisos, a modalidade de contrato de trabalho indicada é para funções públicas por tempo indeterminado, especificamente na carreira e categoria de assistente técnico, área de vigilância, receção e atendimento de visitantes, bilheteira e loja.

Outro aviso indica que será aberto um concurso especificamente para o preenchimento de sete postos de trabalho para o Convento de Cristo, em Tomar.

Um terceiro aviso especifica que o concurso visa o preenchimento de quatro postos de trabalho para o Mosteiro de Alcobaça, e um quarto aviso lança concurso destinado a dois postos de trabalho para o Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto.

No início de novembro do ano passado, na sequência de um acidente ocorrido no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, quando um visitante derrubou uma escultura em madeira do século XVIII, o Ministério da Cultura tinha anunciado que seriam lançados concursos em 2017 para preencher mais 37 vagas nos espaços tutelados pela DGPC.

Na sequência do acidente, contactado pela agência Lusa, fonte do gabinete do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, sobre as necessidades de vigilância nos museus nacionais, disse que o reforço estava "em curso".

"Estes procedimentos concursais já estavam previstos e nada têm a ver com o acidente no Museu de Arte Antiga, que foi um caso de exceção", acrescentou a mesma fonte.

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) tutela 23 monumentos, palácios e museus do país, que recebem milhares de visitantes ao longo do ano.

"Estes concursos têm a ver com a reposição da capacidade operacional das estruturas da cultura, que é um dos objetivos deste Governo", vincou, na altura, o gabinete do ministro, acrescentando que o MNAA "é o museu nacional que mais vigilantes tem -- 38 - e vai passar a ter 41".

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