"Dear Evan Hansen" vence Melhor Musical nos Prémios Tony

Prémios que reconhecem melhores trabalhos na Broadway foram entregues em Nova Iorque

O espetáculo "Dear Evan Hansen" foi o grande vencedor da 71.ª edição dos Prémios Tony, que reconhecem os melhores trabalhos da Broadway, vencendo o galardão de Melhor Musical e outras cinco distinções.

"Dear Evan Hansen" conquistou os prémios de melhor ator principal em musical, pelo trabalho de Ben Platt, melhor atriz secundária, atribuído a Rachel Bay Jones, melhor guião, da autoria de Steven Levenson, melhor música original, de Benj Pasek e Justin Paul, e melhor orquestra, para Alex Lacamoire.

O musical, sobre o esforço de um adolescente para ser aceite na escola secundária que frequenta, estreou-se inicialmente em Washington, em julho de 2015, mas não chegou a Broadway até ao passado mês de dezembro.

O prémio de melhor atriz principal num musical foi atribuído a Bette Midler por "Hello, Dolly!", espetáculo que também conquistou o galardão de melhor ator secundário num musical, para Gavin Creel, e melhor reposição de um musical.

"Oslo", sobre as conversações de paz entre Israel e Palestina em 1993, venceu o prémio de melhor peça de teatro.

Este ano os Prémios Tony foram apresentados pelo ator Kevin Spacey que, ao contrário de outros anfitriões em edições anteriores, se manteve afastado das críticas políticas à administração norte-americana, ainda que tenha feito uma piada sobre a eleição de Donald Trump como Presidente quando entrou em palco vestido como o ex-presidente Bill Clinton.

"Este ano já tivemos vários vencedores surpresa (...) e não estou a falar dos Prémios Tony", disse Spacey.

Mais incisivo nas críticas a Trump foi o comediante Stephen Colbert, que mencionou o Presidente várias vezes no seu breve discurso, destacando a possibilidade de o seu mandato acabar antes dos quatro anos previstos.

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.