Casa da Arquitetura vai estar dois dias a debater os poderes

Seminário internacional junta arquitetos nacionais e internacionais representados na exposição Poder Arquitetura, que inaugurou com a Casa em novembro

De Ádám Hatvani a Vijitha Basnayaka. Arquitetos de várias latitudes e experiências estão em Matosinhos, sexta e sábado, a debater os poderes - poder coletivo, poder doméstico, poder tecnológico e poder económico, no primeiro dia; Poder regulador, poder cultural, poder mediático e poder ritual, no segundo.

"Integrado no Please Share! - programa com curadoria de Roberto Cremascoli - o Indoor apresenta uma série de debates envolvendo arquitetos e gabinetes de renome internacional representados na mostra Poder Arquitectura, que arrancou aquando da inauguração e se prolonga até ao próximo 18 de março", refere a Casa da Arquitetura.

A exposição Poder Arquitectura, comissariada pelos arquitetos Jorge Carvalho, Pedro Bandeira e Ricardo Carvalho, ocupa os 800 metros quadrados da Nave Expositiva com uma proposta de reflexão em torno de oito poderes que se alinham, infletem e divergem entre si.

Presentes no seminário estarão arquitetos de de várias proveniências: Sri Lanka, Brasil, Suíça, Hungria, Itália, Bangladesh, Reino Unido, Dinamarca e Portugal.

São eles: Ádám Hatvani, Aires Mateus, Bruno Figueiredo, Camilo Rebelo, Chris Watson, Guilherme Wisnik, Inês Lobo, Inês Moreira, Ivo Poças Martins, João Belo Rodeia, João Luís Carrilho da Graça, João Mendes Ribeiro, João Pedro Serôdio, Joaquim Moreno, Jorge Carvalho, Luís Santiago Baptista, Manuel Aires Mateus, Manuel Correia Fernandes, Marina Tabassum, Miguel Judas, Nuno Brandão Costa, Nuno Grande, Paolo Tombesi, Pedro Appleton, Pedro Bandeira, Renato Rizzi, Ricardo Carvalho, Vijitha Basnayaka.

Inscrição paga e limitada aos lugares disponíveis: 1 dia 10 euros; 2 dias 15 euros. A entrada é gratuita para estudantes e há tradução em simultâneo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.