Calendário oficial de desfiles da ModaLisboa

Este é o calendário oficial da 40.ª edição da ModaLisboa, que se realiza entre 8 e 10 de março.

6ª FEIRA, DIA 8 DE MARÇO 2013

18H00 Valentim Quaresma | Paços do Concelho

19H30 Ptaszek | Paços do Concelho

21H30 Ricardo Dourado | Paços do Concelho

SÁBADO | 9 DE MARÇO 2013

12H00 Luís Buchinho | Arcadas Poente - Terreiro do Paço

14H30 Ricardo Andrez LAB | Pátio da Galé

15H30 Saymyname LAB | Pátio da Galé

16H30 Aleksandar Protic | Pátio da Galé

17H30 Os Burgueses LAB | Pátio da Galé

18H30 Pedro Pedro | Pátio da Galé

19H30 Alexandra Moura | Pátio da Galé

20H30 Nuno Baltazar | Pátio da Galé

22H00 Ricardo Preto | Pátio da Galé

DOMINGO | 10 DE MARÇO 2013

14H30 Marques"Almeida LAB | Pátio da Galé

15H30 Vítor LAB | Pátio da Galé

16H30 Dino Alves | Pátio da Galé

17H30 White Tent | Pátio da Galé

18H30 Miguel Vieira | Pátio da Galé

19H30 Filipe Faísca | Pátio da Galé

20H30 Nuno Gama | Pátio da Galé

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

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Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.