As Tentações voltaram ao Museu de Arte Antiga

A obra de Jheronymus Bosch, Tentações de Santo Antão, regressou a território nacional: do Museu do Prado, em Madrid, para o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

A obra triptíca Tentações de Santo Antão, de Jheronymus Bosch, que esteve exposto quatro meses no Museu do Prado, em Madrid, na maior exposição dedicada ao pintor flamengo, já regressou ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

De acordo com o gabinete de comunicação do museu, a pintura, um dos tesouros da coleção portuguesa, está a partir de hoje em exposição na Galeria de Pintura Europeia.

O tríptico Tentações de Santo Antão - que raras vezes saiu de Portugal - viajou para Madrid para participar na mostra El Bosco: La exposición del centenário, organizada para assinalar os 500 anos da morte do pintor, recebendo cerca de 590 visitantes.

El Bosco: La exposición del V centenário, reuniu 75 por cento da produção do pintor, ou a ele atribuída, com muitas das suas obras-primas, nomeadamente O Jardim das delícias terrenas.

Entre outras, foram mostradas Cristo a caminho do Calvário (Espanha), Coroação de espinhos (Reino Unido), ou o desenho O Homem-Árvore (Áustria), obras que revelam figuras simbólicas, complexas e caricaturais que marcam o seu estilo.

Tentações de Santo Antão, a obra mais importante da coleção de pintura europeia do Museu Nacional de Arte Antiga, foi incluída no conjunto exposto das obras de Bosch, e, em troca, o Prado cedeu ao museu português o autorretrato do artista alemão Albrecht Dürer (1471-1528).

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